Minha Sutil Opinião - Livros.

Minha Sutil Opinião: This is a Call – a Vida e a Música de Dave Grohl.

Depois de bons posts sobre livros alternando com alguns muito interessantes de rock’n rollestou postando um pouco dos dois de uma única vez, visto que é um post de um livro, mas de um astro do rock.

Depois de Anthony Kiedis e Metallica, entremos mais a fundo na vida de Dave Grohl, o homem de múltiplos talentos.
This is a Call: a Vida e a História de Dave Grohl
daveAutor: Paul Brannigan
Editora: Leya Brasil
Categoria: Literatura Estrangeira / Biografias e Memórias
A biografia feita por Paul Brannigan conta a história de um dos maiores artistas do rock atual. Com relatos emocionantes e muito pessoais da vida do menino que desde pequeno já sabia que amava música e que queria fazer dela a sua vida, da primeira banda ao Nirvana, Foo Fighters, Queens of the Stone Age.
Do sentimento de rivalidade, da dor da perda, da ascensão á queda e da queda ao topo do mundo. Este, senhoras e senhores é Dave Grohl.
Desde a primeira biografia que eu postei aqui, que foi a do Anthony, afirmo que ela ainda é a melhor que já li, mas esta do Dave me tocou bastante por alguns motivos mais particulares. A capa, com aquela frase tão marcante: “Alguém telefonou pra mim e disse que o Kurt havia morrido. Perdi o rumo.” Foi o que mais me chocou e me atraiu a adquirir e a ler avidamente essa história de vida.
Quando eu comecei a me apaixonar intensamente por Nirvana, eu tinha 11 anos. Era a banda que eu mais amava no mundo todo e suas músicas eram o ar que eu respirava e necessitava pra viver. Não que muita coisa mudou hoje com 22 anos, mas não sou tão ‘louca’ como antes.
Lógico que todo bom fã do Nirvana tem Kurt Cobain como seu ídolo máximo, mas nunca deixei de gostar e dar menos importância ao Krist e ao Dave, aliás, gostei e gosto do Foo Fighters TAMBÉM pelo trabalho de Dave na banda anterior.
Enfim, mas sempre tive um pouco da vida que Dave pelo fato do Nirvana ser muito Kurt e Krist, ele sempre se sentir excluído e sentir que não fazia parte daquilo, que ele tivesse certa mágoa. Mas, foi muito bom ler este livro para esclarecer tudo e me provar que não era bem assim.
nirvana
Além de conhecer sua história, a difícil separação de seus pais, os primeiros acordes, as primeiras músicas, a formação de seu gosto musical, as primeiras bandas, primeiras turnês, é óbvio que a parte da entrada do então baterista na maior banda grunge dos anos 90 era o mais me interessava. E o que eu mais me surpreendi era o grande carinho que Dave
tinha pro Kurt. Mesmo que não fossem melhores amigos como Kurt e Krist, a relação deles era sim muito boa, principalmente o tempo que moraram juntos e o quanto doeu saber da morte do vocalista, o quanto doeu saber que ele não estaria mais ali. Que ele sofreu, chorou, sentiu. Que era querido.
Por outro lado, o recomeço de Dave que sozinho gravou todos os instrumentos do primeiro disco do Foo Fighters, a força e determinação que ele montou essa banda, que ele escreveu cada letra, que se casou, que se separou, que se casou novamente com seu trabalho.
dave (1)
Seus infinitos projetos com diversos artistas, com diversas bandas, principalmente o quanto foi delicioso vê-lo tocando bateria novamente, agora no Queens of the Stone Age.
O quase fim de sua banda e 2011 e 2012 o topo do mundo. Disco novo, prêmios, reconhecimento, trabalho, shows, shows e mais show.  O Foo Fighters era uma das melhores e Dave, totalmente a frente dela.
O livro termina muito antes da chegada definitiva da banda entre as melhores do mundo, mas a história em minha vida continuou ao vê-los ao vivo há quase um ano, no Lollapalooza. Foi mágico, lindo, perfeito. Dave, Pat Smear, foi um dos melhores presentes que tive da vida.
Infelizmente não pude e nunca verei o Nirvana, mas só de sentir o Dave ali tão perto, foi incrível. Lindo… lindo… mil vezes lindo.
foo-fighters-lolla-brasil
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2 comentários em “Minha Sutil Opinião: This is a Call – a Vida e a Música de Dave Grohl.

  1. Olá, moça. Muito bom o seu texto, deixou bastante o sentimento que você tem pelo Kurt, Dave, Kris e pela história do artista. Honestamente, nunca fui fã de Nirvana, mas gosto bastante de Foo Fighters. Aproveitando a deixa, é nesta biografia que ele comenta a origem do nome da banda (FF)?

  2. Olá Tiago. Obrigada por ler e comentar o texto.

    Sim, sou intensamente apaixonada por Nirvana e que bom que você curte o FF, acho esse último disco deles incrível.

    Então, ele menciona sim, mas no sentido literal do que quer dizer Foo Fighters e não o porque ele quis escolher este nome. 🙂

    Uma explicação melhor talvez tenha na outra biografia dele, a Nada a Perder, que lerei ainda. Bjs!

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